quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Quando falta pregação sobra entretenimento.



Quando analisamos as recomendações dadas aos presbíteros no Novo Testamento observamos que o ensinar é algo que recebe uma atenção especial. Essa função pode ser realizada de várias maneiras, cito, a pregação, a escola bíblica, o bate papo em baixo da mangueira, o exemplo de vida do professor.
Nesse post quero dar ênfase ao ensinar através da pregação. Pregar é algo sublime, é uma tarefa que exige estudo, vida espiritual sadia, é um misto de suor e unção. Pregar é algo fantástico, pois naquele momento você será o porta voz do Todo Poderoso, que através do Espírito falará ao povo Dele. Me emociono quando falo da pregação, e me lembro que desde pequeno observava alguns pregadores, homens que tinham a Palavra de Deus em seus lábios, e que através de seus sermões orientavam a congregação.
Quando cresci conheci outros pregadores, pena que esses já morreram, João Calvino, Jonh Knox, Spurgeon, Martin Lloyde Jones, A.W. Tozer, todos grandes pregadores, daquele tipo que podemos dizer que o mundo não os merecia.
E hoje? O que estão fazendo com tarefa tão sublime? Eu não sei se é despreparo, se é falta de vontade ou vocação, se  é preguiça, não sei, eu só sei que os púlpitos estão com cada vez menos mensagem.
Sabe qual o problema que isso gera? Uma nação de analfabetos Bíblicos, crentes raquíticos, que se deixam levar por qualquer vento de doutrina.
Para essa geração de pastores(as) que não sabem pregar sobrou uma alternativa, o entretenimento. Colocam em suas igrejas 1h30m de grupos de louvor que cantam mantras que se repetem por minutos afio. E acompanhando colocam aquelas meninas (mesmo que hajam meninos sempre afirmarei que são meninas) vestidas de roupas esvoaçantes. Existem igrejas que entraram na onda de evangelismo criativo: É gente fazendo malabares, cuspindo fogo, descendo por panos pendurados no teto. Ainda encontramos os animadores de palco, cheios de frases de efeito que fazem a “galera delirar”. Exagero? Não! Realidade cruel!
Para essas instituições que não tem pastor, pastora, bispo, apóstolo, semi-anjo, ou semi-deus que saibam pregar somente resta apelar para a diversão. E o povo alegre vai para casa.
Para terminar me lembro de uma música que dizia assim: Todo mundo vai ao circo, menos eu, menos eu. Eu quero palavra, eu quero aprender, eu quero chicote se estiver precisando. Eu quero Calvinos,  Knox, Tozers. Eu quero Bíblia na cara!
SOLA GRATIA

sábado, 20 de novembro de 2010

O zagueiro do evangelismo!

Um ótimo método para incentivar os irmãos a evangelizarem.



Direto do Blog: Karapuça blog.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA







A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.



Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).



Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.



Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.



Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

No aniversário do Pense Teologicamente quem ganha é você!


O Pense Teologicamente completa seu primeiro ano de existência, e quem ganha o presente é você! Mas antes de falar da promoção quero dizer algumas palavras.
Já passou um ano! Nossa como passou rápido!
O Pense Teologicamente foi criado inspirado na leitura de outros blogs, como: Genizah, Nani e a Teologia, Voltemos ao Evangelho, Bereianos, O Tempora, O Mores, Hermes C. Fernandes, Púlpito Cristão, A pena Afiada, entre outros, porém esses são os mais importantes e aqueles que leio com freqüência. 
As postagens, no total 58, algumas que vieram de outros blogs, geraram sentimentos diferentes nas pessoas, e isso nunca me deixou surpreso, pois nunca fui uma pessoa que agradasse a todos. Recebi elogios, recebi críticas. Agradeço ambos pelo serviço que prestaram a mim. Os elogios me incentivaram a continuar, as críticas me levaram a pensar, repensar argumentos e pontos de vista, e ainda me levaram a ser melhor, a crescer.
Agradeço de coração todas as pessoas que acessaram o blog.
Esse blog nunca teve a intenção de me promover, mas sempre foi nosso interesse ver o Reino de Deus sendo implantado na terra. E ainda apresentar algo para o crescimento saudável do corpo de Cristo, da Igreja invisível, mesmo que para isso fosse necessário aplicar doses de choque e injeção na testa de alguns.
Quem ganha com o aniversário do Pense Teologicamente? Você que já nos segue, e aqueles que viram a seguir. É simples: Você que já segue o blog publique um comentário com um e-mail de contato nessa postagem. Aqueles que ainda não seguem o Pense Teologicamente, comece a segui e também post um comentário aqui com seu e-mail para contato.
Vamos sortear o livro: SOLA GRATIA (R.C. SPROUL).
O sorteio será dia 10/12/2010.
Deus abençoe os irmãos.
SOLA GRATIA


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O pai nosso da teologia da prosperidade!

Meu Deus e meu pai, tá amarrado! Santificado seja O dinheiro.
Faça crescer meu reino. Que sua vontade não seja feita, mas minha vontade.
Tanto no céu como na terra.
O carro do ano, a mansão com a piscina, o jatinho, o apartamento, a empresa próspera
Dá-me hoje, agora. Tá ligado!
Paga minha dívidas com os agiotas, bancários, credores, impostos com o governo,
cheques,  Financeiras etc.
Eu determino. Deus quem esta falando sou eu. Eu tenho créditos no céus!!!
E não nos deixe comprar fiado, mas livra-nos do Serasa, SPC, e da dívida externa
Pois tu és o pai da luz.
Tá amarrado todo olho gordo. Toda macumba feita nas matas virgens
Cachoeiras, encruzilhadas
Amem.

Autor:Justino Junior.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Um estudo Profético: Os sonhos dos falsos profetas.

Nosso breve estudo se concentrará hoje em Jeremias 23, 25-32. Na verdade, recomendo fortemente a leitura de todo o capítulo 23!


Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, proclamando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
Até quando sucederá isso no coração dos profetas que proclamam mentiras, que proclamam só o engano do próprio coração?
Os quais cuidam em fazer que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu companheiro, assim como seus pais se esqueceram do meu nome, por causa de Baal.
O profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? -diz o SENHOR.
Não é a minha palavra fogo, diz o SENHOR, e martelo que esmiúça a penha?
Portanto, eis que eu sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu companheiro.
Eis que eu sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que pregam a sua própria palavra e afirmam: Ele disse.
Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e também proveito nenhum trouxeram a este povo, diz o SENHOR.

Aprendemos nestes versículos que alguns falsos profetas simplesmente inventam sonhos e dizeres. Tratam seus devaneios como se fossem a Palavra de Deus.
Mas como identificar um sonho falso de um sonho profético? Nesta passagem, destaco:
  • cuidam em fazer que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos: qualquer sonho que desvie a atenção para a obra de Deus não vem da parte do Senhor. Da mesma forma, sonhos que engrandecem somente ao profeta usurpam a glória de Deus.
  • fazem errar o meu povo: qualquer sonho que leve ao erro não deve ser proferido como uma orientação do Senhor. Assim também acontece com sonhos que supostamente revelam coisas que não estão nas Escrituras. Se aceitamos que a Bíblia contém as nossas regras de fé e prática, os sonhos tornam-se secundários, apenas reafirmando ou alertando para o que já está revelado.
  • proveito nenhum trouxeram a este povo: talvez este caso seja o mais comum. Nem sempre os sonhos propagados por falsos profetas negam diretamente as Escrituras. Contudo, também não servem para nada: não ensinam, não admoestam, não edificam, não denunciam o erro... Simplesmente não passam de adivinhações do futuro ou palavras jogadas ao vento.
Quer ver um caso recente? Recorro novamente à Rene Terra Nova.
Em seu blog, no dia 04 de novembro, o paipóstolo divulgou um sonho ocorrido 12 dias antes. Neste sonho, ele afirma que lhe foi revelado que Dilma Rousseff seria presidente do Brasil uma semana antes da votação final:









É muito fácil fazer profecia e alardear sonho profético depois do ocorrido e dizer que Deus lhe revelou algo. Se Deus revela algo ao profeta, é dever dele repassar a mensagem para o povo ou para quem é direcionada a profecia antes que ela ocorra (cf Ezequiel 33, 8: Se eu disser ao perverso: Ó perverso, certamente, morrerás; e tu não falares, para avisar o perverso do seu caminho, morrerá esse perverso na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o demandarei de ti).
Depois do fato consumado, revelar um "sonho profético" só serve para engrandecer o profeta, uma vez que nenhuma atitude poderá ser tomada. Enfim, essa "profecia já vencida" não traz proveito algum ao povo, como está no texto de Jeremias. E, com certeza, esta não é a vontade do Senhor.



Resumo
Aprendemos em Jeremias 23, 25-32:
  • falsos profetas divulgam sonhos como se fossem da parte de Deus, usurpando assim a Palavra do Senhor
  • os sonhos dos falsos profetas fazem com o que o povo se esqueça de Deus, levam ao erro e ainda não trazem proveito algum
  • Deus definitavamente está contra estes falsos profetas.
Autora: Nani.
Fonte: Blog Nani e a Teologia. Tão cristã e tão ácida.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A “Shekiná” de Deus está aqui. “Shekiná”?

                                                     Pr Marcello de Oliveira

É normal ouvir em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekiná”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.

Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekiná”? O que significa esta palavra? Será “shekiná” uma expressão encontrada nas Escrituras?

Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação que isto causou no plenário, bem como nos obreiros que ali estavam. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: Pr Marcelo, já ouvimos vários “pregadores de renome” falar desta palavra, e agora o sr está dizendo que não existe? Será que o sr não está enganado?

Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo?

Mas voltando ao assunto da palavra “shekiná”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -ש-כ -נ(sh-k-n), cujo significado é “habitar”, “fazer morada”. Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: a glória de Deus, presença de Deus. Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavód” – o peso da glória de Deus. Então, quando cantamos: Derrama tua “shekiná” aqui, estamos dizendo: Derrama a tua habitação aqui. Soa estranho, não? Pedir para o Eterno derramar a habitação Dele sobre nós? Não consigo entender! Pois Ele já habita em nós, através da pessoa do Espírito Santo ( ICo 6.19)
A “shekiná”, como uma idéia concreta, aparece só na literatura rabínica, havendo somente “alusões” a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo “וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹכָם” – “e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)”[1];”וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים” – “e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus”[2]; e “יְהֹוָה צְבָאוֹת הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיּוֹן” – “o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião”[3].
Conclusão

Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “ A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela”.


Notas:

[1] Exodo 25.8 – “Shakhan’ti” [ habitarei]
[2] Exodo 29.45 -”Shakhan’ti” [ habitarei]
[3] Isaías 8.18 – “Shakhen” [ habito]
[4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.
Autor: Pr. Marcelo Oliveira é hebraista.
Fonte: Genizah, Apologética com Humor!