quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Deus odeia o pecado, mas ama ao pecador! É isso mesmo?
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Podemos aceitar que existe um sentido genérico do amor de Deus. Ele demonstra e fala de amor ao mundo, à humanidade, à sua criação. Como calvinista, não tenho nenhuma dificuldade em aceitar isso. Temos que entender, porém, que no sentido salvífico (a salvação eterna da perdição e condenação do pecado) o amor de Deus é derramado exclusivamente sobre o seu povo e, individualmente, sobre os que ele eficazmente chama para si. Sobre aqueles que responderão, ao chamado eficaz, abraçando a Cristo como único e suficiente Salvador.
A frase "Deus odeia o pecado, mas ama ao pecador", entretanto, por mais que seja proferida e repetida, é uma forma simplista de expressar uma situação complexa, pois realmente é impossível separar o pecado do pecador, como se o pecado fosse uma entidade com vida independente, que apenas se utiliza do corpo e da mente do praticante.
Tiago (1.12-15) nos ensina que o pecado é gerado dentro das pessoas, partindo da própria concupiscência, externando sua prática em um relacionamento "simbiótico" (de dependência mútua) com o praticante. Sem barreiras e controles, leva à morte.
O pecado é algo odioso em suas manifestações. Estas são verificáveis nas pessoas, pecadoras, sem as quais ele é indescritível e amorfo.
Em Romanos 9.11-18 a Bíblia fala do "aborrecimento" (ódio) de Deus contra Esaú, contrastando com o amor derramado sobre Jacó. Mas a Palavra de Deus expressa em outras ocasiões (além desse caso específico, de Esaú e Jacó) o ódio ("aborrecimento") de Deus ao pecador. Isso ocorre, porque ele é tanto JUSTIÇA como AMOR.
Por exemplo, no Salmo 11.5, lemos "O Senhor prova o justo e o ímpio; a sua alma odeia ao que ama a violência". Veja que ele não odeia somente a violência (inexistente, sem o praticante), mas "ao que ama a violência" - uma pessoa, o pecador.
Em Pv. 6.16-18 lemos sobre sete coisas que o senhor abomina (odeia): olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre irmãos. Quando lemos essa descrição das "coisas" que o Senhor odeia, vemos que elas não são especificamente "coisas", mas são pessoas que realizam certas ações; a descrição é a de pessoas que Deus abomina. Isso fica bem claro nas duas últimas "coisas" - uma pessoas ou outra que é: "testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos".
Não resta dúvida, portanto, que pelo menos nessas instâncias específicas Deus odeia pecadores. Consequentemente, isso deve nos fazer cautelosos de dar uma declaração genérica e abrangente de que ele não odeia pecadores, pois esse ensinamento não pode ser atribuído, dessa maneira, à Bíblia e carece de inúmeras qualificações.
Solano Portela
O VERDADEIRO CULTO!

A algumas semanas atrás eu e minha família (esposa e filha de 9 meses) estávamos em um culto abençoado. O local do culto não era grande, a equipe de louvor não era boa, o banco era confortável, não tinha ar condicionado, as pessoas se vestiam de maneira simples, o pregador não era conhecido, mas foi um ótimo culto, a presença de Deus invadiu aquele lugar, e consequentemente nossas vidas foram cheias da unção, da alegria, da paz. Eu e minha família saímos revigorados daquele momento (já que as lutas tem sido grandes), e saí também certo que eu tinha dado o meu ,melhor para Deus; meu melhor louvor, toda minha atenção, foi um excelente culto.
Com certeza muitos estão perguntando qual foi essa igreja que fui, que culto foi esse?
Queridos, esse culto foi no meu lar. Realmente o lugar do culto não era grande porque a sala da minha casa é bem pequena, a equipe de louvor era bem fraca ( eu no violão e voz e minha esposa no beck vocal), as pessoas estavam vestidas simples mesmo ( roupa de estar em casa), o maximo que tínhamos era um ventilador e o sofá ( o sofá é confortável), a pregação? Foram os comentários que fizemos após a leitura da palavra. Mas eu tenho que te dizer QUE CULTO, QUE MOMENTOS!
No passado era costume dos lares cristãos praticarem o culto no lar, era um momento especial para cada família cristã. Porém essa pratica tem ficado quase extinta. O capitalismo nos rouba muitas coisas e uma delas é o prazer do culto familiar. O tempo já é muito curto, precisamos de 28 horas no nosso dia, ainda tem o transito, e isso, e aquilo, etc...
Vivemos em um momento crítico na igreja cristã. Nossos cultos não estão mais nos padrões divinos, é uma disputa de quem vai com a bolsa mais cara, são cantores pop que se exibem nos púlpitos de nossas igrejas, são pastores despreparados, teologicamente, sem nada da unção de Deus, ao ponto de seu rebanho morrer de fome espiritual.
Depois daquele culto em meu lar minha concepção mudou, e me levanto em favor do culto no lar, e em minha opinião, esse é o culto verdadeiro por alguns motivos básicos:
A- Não faço o culto familiar por obrigação, faço porque desejo louvar a Deus.
B- Não preciso me importar com que está do lado, eles são a minha família eles conhecem meus erros e entendem quando me quebranto na presença do todo poderoso.
C- Se levanto a mão é porque desejo, se não levanto ninguém me condenará.
D- Cantos os hinos que desejo e não aqueles que me impõe na igreja.
Para mim, o culto familiar é o verdadeiro culto a Deus. Se você não tem essa pratica, seria uma boa você começar.
SOLA GRATIA
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
DEZ ERROS QUE UM MINISTRO NÃO PODE COMETER AO ESCOLHER SEU MINISTÉRIO OU PRESBITÉRIO:
1º Não escolha neófitos. Não significa que o irmão acabou de se converter e está com aquele gás todo que ele pode ser um diácono ou presbítero.
2º Não escolha membros da mesma família. Se eles se rebelarem contra você, já viu, você terá que pedir para sair.
3º Não escolha aqueles que não têm nenhum ou pouco conhecimento bíblico. Tempo de igreja não significa conhecimento bíblico; Curso básico de teologia não quer dizer que as pessoas saibam teologia.
4º Não escolha pelo tamanho do dízimo. Nem preciso dizer que isso é ser mercenário.
5º Não escolha aqueles que se vestem mal, ou como maloqueiros. Seu ministério é o espelho para a igreja.
6º Não escolha membros que chegam atrasado aos cultos. Eles não têm compromisso com o Reino.
7º Não escolha aqueles que escolhem fazer o que querem. O ministério ou presbitério antes de tudo devem ser servos dos outros.
8º Não escolha por ser seu amigo. Seja imparcial.
9º Não escolha uma pessoa carnal, que se passa por espiritual. Observe a vida de Estevão, homem cheio do Espírito.
10º Não escolha blogueiros. Essa eu escrevi só para descontrair. Blogueiros também são crentes e merecem respeito. E se seguirem o padrão divino para o ministério devem ser sim integrados a ele.
UNÇÃO = PERSEGUIÇÃO.
Poderíamos aqui relatar vários homens que foram chamados por Deus para tarefas especiais, o relato bíblico nos dá muitos exemplos; Moisés, Elias, Davi, Os profetas, Os Doze, Paulo.
Porém essa unção especial de Deus sempre atrairá perseguição! Veja: Moisés, chamado por Deus para ser o libertador de Israel, desde á infância foi perseguido. Depois o povo que ele libertou, criticava e por vezes acho que faltava um pouquinho só para tentarem matar Moisés.
Elias, nunca tinha aparecido na história, quando aparece prediz a seca, e segue para a solidão, depois é perseguido por uma idólatra.
Davi estava quietinho tocando sua harpa, cuidando do rebanho da família, é ungido, sofre perseguição até dizer chega.
Os profetas! Meu Deus! Oh vida dura! Um teve que casar com prostituta e ainda ser traído por ela, outro teve que andar nu. A fora que quase todos foram assassinados.
Os doze? Somente um morreu de morte morrida, os outros foram serrados ao meio, crucificados de ponta cabeça, degolados!
Paulo? Esse é que sofreu mesmo. Apedrejado, chicoteado, desastres marítimos.
Afinal de contas unção é igual à perseguição? Comente de sua opinião!